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Carlos Rocha Illustrador, quadrinhista e designer de interface.

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Archive for ‘Geral’

10 items.
Apr13

Moleskine no bolso, desenho em qualquer lugar!

April 13th, 2010 | by Carlos Rocha
Posted In: Geral

Adoro meu molesquine! Com ele sou livre para desenhar o que quero do jeito que quero quando quero. Para alguns fazer um sketchbook é quase uma profissão, para outros, distração, para mim é meditação.

Enquantoi desenho nele, penso reflito, analiso cada traço. Diferente de quando estou fazendo ilustrações profissionalmente, em que tenho que seguir um conceito, uma idéia pré-estabelecida por alguem. no meu moleskine sou eu, minha mão e os caminhos que o lápis; lapiseira ;caneta ou seja lá o que for me levam.

Eis alguns registros destes momentos;

└ Tags: cores, desenhos, meditação, moleskine, rabiscos
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Mar08
smile

Dia internacional de Mulher

March 8th, 2010 | by Carlos Rocha
Posted In: Artigos, Geral

Em um dia como o de hoje é inevitável olhar as mulheres, você liga a TV e lá esta; Homenagem às mulheres, anúncios sobre as mulheres, quase tudo para mulheres. Jovens bonitas e bem dispostas(coisas da grande mídia).

A verdade é que quando sai para trabalhar, não deixei de reparar em todas que passavam por mim. Negras, morenas, loiras, senhoras, jovens, diferentes tipos nada parecidas com as que eu vi pela manhã na TV. São diferentes, mas igualmente encantadoras algumas cheias de adereços outras mais discretas.

Segui meu trajeto de metro até o trabalho, e durante o trajeto saquei meu inseparável moleskine e fiz como de costume um estudo. Minha escolha não poderia ser diferente, uma mulher. Mas qual dentre tantas, então desenhei a primeira que vi, não sei se ela percebeu que eu estava fazendo seu retrato, mas segui firme tentando passar despercebido com meus olhares – algum dia acabo apanhando de algum marido ou namorado desavisado  –  finalizei o desenho e guardei meu caderno.

Estes retratos que faço durante a viagem, me promovem reflexões, principalmente em dias como o de hoje. Estes desenhos vão muito alem dos estudos de anatomia e expressão, eu acabo olhando as pessoas de uma maneira intima(mesmo se tratando de desconhecidos, cuja história pessoal desconheço),analisando o contexto social. Nas ultimas décadas as mulheres tiveram muitas vitórias, mas ainda há muito que se fazer.

Sou de uma geração onde as mulheres já têm “parte” seu espaço reconhecido na sociedade, falo da minha mãe que foi chefe de família a vida toda e não por ausência do meu pai, e sim por ter melhores condições de estudo e capacidade de gerenciar a vida familiar. Também acredito que devemos tornar esta sociedade mais igualitária. Mulheres e Homens devem lutar para que essa igualdade se torne real e verdadeira. Assim  todos os dias serão das mulheres, crianças, idosos de cada componente da sociedade.

Aproveito também para dedicar outro desenho feito na sexta-feira anterior, que mostra a diversidade de estilos entre as mulheres que vejo no meu cotidiano.

Os desenhos podem não ser extermamente fieis às modelos, mas serve como registro deste dia, minha homenagem é simples, porem é para todas as mulheres reais e diferentes das que costumamos a ver na TV ou anúncios. Começo homenageando minha mãe, minha esposa, minhas irmãs, estendendo-se as minhas amigas, as mulheres que conheço, que irei conhecer, as que não conheço e que talvez nunca irei conhecer. Todas especiais e diferentes.

8 de março, verão de 2010.

Feliz dia internacional da Mulher.

Carlos Rocha.

└ Tags: Dia internacional da Mulher, Mulher
4 Comments
Mar05
morequestions

Leitor, fã e aonde esta o profissional?

March 5th, 2010 | by Carlos Rocha
Posted In: Geral
Ilustração publicada originalmente na tira crônicas de 08/09/2009

Ilustração publicada originalmente na tira crônicas de 08/09/2009

Já não é novidade a ninguém que há uma grande diferença entre fazer um fanzine de quadrinhos e produzir uma história profissionalmente. Tal diferença acaba ficando clara quando surge a oportunidade de se produzir profissionalmente, são muitos os fatores para se levar em consideração. Primeiro fator, os prazos devem ser cumpridos a risca, se prometeu para o dia “X”, no dia “X” você tem que entregar. Assim planejar seu trabalho se torna necessário, ler o roteiro, fazer thumbnails, ter um diálogo aberto com o roteirista, fazer esboços de personagens, cenários e tudo mais que esta prevista no roteiro se faz necessário, para que o trabalho não corra risco de atrasar.

Nas ultimas semanas tenho sentido na pele essa transição, venho produzindo quadrinhos já há algum tempo, mas nada como o projeto que estou envolvido agora. Toda vez que sento a prancheta me vem a cabeça algumas palavras que ouvi, ou li, (não lembro bem ao certo); “Para produzir quadrinhos profissionalmente, é preciso atravessar a arrebentação entre ser leitor/fã para produtor de quadrinhos(quadrinhista)”. Tal metáfora ajuda a entender o momento pelo qual eu atravesso, e neste momento a arrebentação é forte.

Quando eu estava produzindo minhas “webcomics” diariamente, tive a oportunidade de experimentar a transição do leitor/fã para o produtor de quadrinhos. Ter idéias diariamente foi desgastante, porém, ajudou-me a entender os processos envolvidos nesta atividade, e mais importante, praticar as metodologias de trabalho que uma história em quadrinhos. Às vezes acho que sou muito “nerd” e acabo criando de maneira muito sistemática. Parte da culpa dessa minha maneira de trabalhar se deve aos inúmeros livros, entrevistas, artigos e blogs de autores que andei lendo nos últimos anos, sobre os processos de criação nos quadrinhos, percebo a importância do processo, todavia gostaria que não houvesse tantos. São tantos os esquemas e processos, que penso que poderíamos colocá-los todos em um grande organograma ou uma planilha de Excel. :p

Não acredito que o processo criativo deve ser algo mensurável, calculado coisa do tipo. Mas é de suma importância saber objetivar, sua proposta, senão vejamos; Há cerca de dois meses, iniciei uma nova “webcomics”, no início a idéia era de acontecerem atualizações semanais. Para tanto, elaborei esboços para dois meses de publicações diárias, mas no fim publiquei apenas duas. Mas então aonde errei?

Meu erro não estava no planejamento, e sim no excesso de planejamento. Diferente de um trabalho de ilustração onde é possível fazer um punhado de trabalhos ao mesmo tempo sem comprometer o “deadline”, em quadrinhos isso não é possível. Fazer quadrinhos requer quase dedicação exclusiva ao projeto. E tenho me dedicado ao Maximo a este projeto. E nessa dedicação é onde começo a reconhecer o final da arrebentação, ainda estou nadando e engolindo água. Mas já é possível avistar uma área de calmaria, e quem sabe logo começar a surfar em grandes ondas, onde só os profissionais surfam.

Obrigado pela visita e paciência.

Carlos Rocha.

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Oct05

Tiras, revista independente e euforia

October 5th, 2009 | by Carlos Rocha
Posted In: Artigos, Geral

artigo pelas bordas

Durante o mês de Setembro produzi diariamente tiras de quadrinhos. Obviamente boa parte do material contém erros e são pouco consistentes, mas provavelmente nunca produzi tanto quando no neste mês. Experiência que levo para as minhas futuras Hq’s. Escolhi ter os textos em inglês mais por um problema técnico do que por qualquer outro motivo, isto acabou gerando algumas reclamações, principalmente porque acabei cometendo vários erros (rsrs).

Como minha intenção foi de aprendizagem e não de quebra de recorde ou coisa parecida, estou diminuindo o ritmo da produção, que por sinal é muito intenso. Meu próximo objetivo é fazer publicações duas vezes por semana , assim eu poderei dar mais atenção  a todo processo, afinal fazer quadrinhos não igual a fazer pão, que todo dia tem que sair quentinho e fresquinho.

Voltando ao assunto da produção diária, este mês estarei lançando uma revista independente chamada “Pelas Bordas” , resultado de algumas oficinas que aconteceram no SESC Pompéia. Algumas das tiras produzidas aqui serão publicadas lá. A revista é um catatau de 192 páginas de quadrinhos no formato de pocketbook (9,5 x 6,5 cm), que reuni os participantes dessas oficinas, pessoas que estão iniciando agora, roteirista e ilustradores buscando novos horizontes e até “veteranos” (como o que vos escreve), todos orientados pelo Gualberto Costa (Gual). A publicação contará também com as participações especiais do Jal que gentilmente cedeu uma de suas histórias para nossa revista e do Nobu Chinen que tambem gentilmente permitiu que publicássemos seu ártico sobre a revista independente Balão.

Este foi um desafio muito interessante e intenso do ponto de vista editorial, pois em apenas 4 encontros dominicais, criamos uma revista que carrega consigo uma questão complicada; Como reunir em um espaço tão pequeno um universo tão grande de pessoas? Bom a resposta logo será respondida nas páginas de Pelas Bordas.

Estou bastante eufórico com essa nova perspectiva, estar de volta a uma produção que abandonei durante a faculdade, da um gás novo, tanto no que diz respeito a minha vida profissional quanto á minha produção artística. Tenho aplicado um olhar mais critico sobre as coisas que faço diariamente e estado mais alerta as histórias que me rodeiam. Para finalizar repito o que muitos quadrinhistas disseram no ultimo HQMix;

Quadrinhos é foda!

└ Tags: quadrinhos, revista independente, tiras, zine
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Sep17

Balões, onomatopéias e algumas idéias na cabeça

September 17th, 2009 | by Carlos Rocha
Posted In: Geral

balao

O outro lado de se fazer uma webcomics diária, é o laboratório que você cria. As webcomics são ideais para experimentações de formatos nos quadros, balões e onomatopéias. Nas ultimas que produzi, busquei explorar bastante essas características.

Os balões geralmente são usados de maneira burocrática, é muito comum e principalmente quadrinhistas desenhistas, quando produzem suas histórias, apenas transpor os textos e diálogos para os balões e onomatopéias, deixando assim que a imagem resolva o resto. È fato que existem quadrinhistas fantásticos que conseguem narrar a história apenas com suas imagens, sempre que penso nesse tipo de artista me lembro do Quino, mas isso é assunto para outro artigo.

A existência de mestres como estes não significa que o uso de onomatopéias e balões é a solução dos fracos, o que de fato ocorre é que ao se utilizar dessas ferramentas, o artista de quadrinhos torna seu trabalho mais expressivo e verdadeiro. Aproximando o leitor da história. Afinal o mundo é cheio de ruídos e em um suporte bidimensional, como é o caso de HQs, o uso de recursos assim ajuda na verossimilhança da história.

Mas quando nos colocamos a pensar nessas ferramentas, logo chegamos à conclusão que com as tecnologias recentes possibilitam agregar até sons nas HQs. Já vi muitas experiências com sons animações e outras coisas mais, com o intuito de se criar um novo tipo de linguagem nos quadrinhos. Sinceramente. Quadrinhos é um tipo especial literatura e assim como os livros, devem ser lidos.

De volta ao assunto, criar histórias diariamente proporciona essa aproximação com a linguagem e com suas particularidades. Pontos que depois de um bom tempo sem produzir histórias em quadrinhos, havia esquecido da sua importância na construção da história. Contar histórias em quadros sequenciais não consiste apenas em desenhar e colocar textos em balões, mas de uma maneira bem singular, é a arte de interpretar uma história.

└ Tags: balões, carlos rocha, Comics, onomatopéias, quadrinhos, webcomics
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Sep09

WEBCOMICS

September 9th, 2009 | by Carlos Rocha
Posted In: Artigos, Geral

top_tiras2 Desde a semana passada venho fazendo umas tirinhas de quadrinhos “no sense”, e no fim de semana passado resolvi postá-las aqui. Por enquanto estou publicando em inglês, já que as fontes que possuo, não dispõem de caracteres latinos.O tema destes quadrinhos é bem genérico, neles falo de coisas cotidianas, e situações que imagino em meu trabalho ou em casa. Nestas duas semanas de produção intensa de história tem proporcionado uma ótima reflexão do que é fazer e produzir quadrinhos.

Em um primeiro momento, minha intenção é fazer uma tira por dia por tempo indeterminado, assim consigo identificar processos de produção mais confortáveis para produção de histórias em quadrinhos, afinal, a melhor maneira de se praticar quadrinhos é fazendo. Tenho percebido uma melhora na maneira como venho construindo as narrativas. O espaço disponível para desenvolver a tira é bem curto, o que te força a fazer começo, meio e fim bem definidos. Dessa forma todas as “pirações” narrativas que geralmente tenho enquanto crio uma história são reduzidas e aprimoradas naturalmente.

Enfim tenho me divertido bastante com as histórias que ando criando, embora, vejo que ainda há um longo caminho a percorrer até uma produção independente e coerente, mas este é só o começo. Convido todos que por aqui passarem á participar deste aprendizado.

Obrigado pelas visitas e borá produzir… :D

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Aug09

Speedpainting

August 9th, 2009 | by Carlos Rocha
Posted In: Geral

Este video ja é meio velhinho mas gosto dele… é de uma ilustra feita apenas com mouse…

mais tarde posto a ilustração aonde parei…

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May13

Ilustra em andamento…

May 13th, 2009 | by Carlos Rocha
Posted In: Geral

Lápis Color

E aqui uma que abandonei mas gostei do resultado….

western_girllápis

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May11

Matéria no metrópolis – Sketchbook

May 11th, 2009 | by Carlos Rocha
Posted In: Geral, Video

Matéria no Metrópolis

└ Tags: arte, desenho, Portifólio, sketchbook, tv cultura
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May05

Pinhole day

May 5th, 2009 | by Carlos Rocha
Posted In: Fotografia, Geral

No dia 26 de abril aconteceu o Pinholeday, minha esposa e eu participamos com algumas fotos.  E o resultado dessa brincadeira com as lata estão logo a seguir..

Making-off Fotos finais

Avenida Paulista – foto: Carlos Rocha

Casa das Rosas - foto: Paula Reis

http://carlosrocha.art.br/fotos/pinhole-paula2.jpg

Vista da comedoria do SESC paulista - foto:paula Reis

Não lembro onde era - foto:paula Reis

Casa das Rosas - foto: Carlos Rocha

Jardim na Casa das Rosas - Foto: Carlos Rocha[/caption]

Inté macacada!

1 Comment

Carlos Rocha

Bacharel em artes plásticas pelo Intituto de Artes -
UNESP(Universidade Estadual Paulista), vivo e moro em São Paulo.

Espacializei-me em mídias interativas pelo Senac,
o que despertou meu interesse por novas tecnologias e novas formas
de linguagens.




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