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	<title>carlosrocha.ART.br &#187; colors</title>
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		<title>Palocci Facts</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 19:46:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Rocha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div style="margin: 0 0 10px 0; padding: 0; font-size: 0.8em; line-height: 1.6em;"><a title="Palocci Facts" href="http://www.flickr.com/photos/crocha/5790523888/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3003/5790523888_b56dbef4f7.jpg" alt="Palocci Facts by ©.Rocha" /></a><br />
<span style="margin: 0;"><a href="http://www.flickr.com/photos/crocha/5790523888/">Palocci Facts</a>, a photo by <a href="http://www.flickr.com/photos/crocha/">©.Rocha</a> on Flickr.</span></div>
<p>Ilustração Feita uma semana antes da queda.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="margin: 0 0 10px 0; padding: 0; font-size: 0.8em; line-height: 1.6em;"><a title="Palocci Facts" href="http://www.flickr.com/photos/crocha/5790523888/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3003/5790523888_b56dbef4f7.jpg" alt="Palocci Facts by ©.Rocha" /></a><br />
<span style="margin: 0;"><a href="http://www.flickr.com/photos/crocha/5790523888/">Palocci Facts</a>, a photo by <a href="http://www.flickr.com/photos/crocha/">©.Rocha</a> on Flickr.</span></div>
<p>Ilustração Feita uma semana antes da queda.</p>
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		<title>Colorização, quadrinhos e Jorge Luiz Borges</title>
		<link>http://carlosrocha.art.br/2009/05/15/colorizacao-quadrinhos-e-jorge-luiz-borges/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 14:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[colorização]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Alguns meses atrás, comecei a estudar maneiras de como colorir uma história em quadrinhos. O caminho é longo e cheio de bifurcações, muito parecido com o conto do argentino Jorge Luis Borges &#8211; <em>&#8220;O jardim das veredas que se bifurcam&#8221;</em> &#8211; Não apenas por existirem inúmeras  possibilidade de utilizar uma ou diversas ferramentas disponíveis no mercado, e sim, muito pelo seu processo que é um tanto labiríntico.Tarefa que no início parece simples, a de colorir, vai revelando-se trabalhoso e lento.</p>
<p>Para meus primeiros estudos escolhi uma <a title="Art by Cakes" href="http://cakes.deviantart.com/art/wonder-woman-48359033">ilustração</a>, que julguei &#8220;simples&#8221; &#8211; deixa eu explicar; Linhas bem definidas, grandes áreas a serem colorizadas, e ausência de cenários (o que poderia causar certo desânimo por conta dos detalhes). Feita a escolha, segui algumas dicas passadas pelo artista <a href="http://klebs.com.br/estudio/frank.htm">Frank Martins Jr</a>. , defini os pontos de luzes com a ferramenta de dégradé,  depois disso foi hora de definir as massas de sombras, apesar do caso dessa ilustração não ter grandes áreas escuras, os valores tonais das sobras deviam ser levados em conta para ajudar na profundidade de cena. Passada essa fase, apliquei o balanceamento nas cores, definindo volumes, aplicando contraluz.</p>
<p>Durante esse processo, foi possível perceber uma enorme gama de possibilidades que podem ser aplicadas à ilustração, isto em um primeiro momento é empolgante, mas acaba deixando o trabalho cada vez mas lento, no meio deste entusiasmo acabei por experimentando outras possibilidades de combinação de cores, de fundo de ambientação. Tudo isso mostra todo o potencial que uma história em quadrinhos pode vir a ter. O colorista faz de certa forma o papel de um diretor de fotografia em uma produção cinematográfica, medindo luz, adequando o ambiente á história que esta sendo contada. Mas quando vamos colorir uma ilustração , o importante é manter o foco no assunto, e deixar as elucubrações artísticas para projetos pessoais.</p>
<p>Depois dessa ilustração produzi mais algumas, o processo de colorização, tornou-se cada vez mais ágil à medida que fui cruzando novos caminhos na colorização. Assim como no conto, o processo de colorização é cheio de variáveis e todas são transparentes , isso traz uma percepção aumentada da própria ilustração.</p>
<p>Essa percepção talvez não fique presente no produto final, nem para o público que vê a ilustração, mas para quem percorre o caminho, aprende a transitar pelas possibilidades, enriquecendo a narrativa sem perder o prazo.</p>
<p>Inté macacada!!!</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignright" style="width: 239px"><a href="http://carlosrocha.art.br/images/wonder_woman_by_cakes_colors_by_crocha.jpg"><img title="Wonder woman - Art by Cakes - color by Carlos Rocha " src="http://carlosrocha.art.br/images/wonder_woman_by_cakes_colors_by_crocha.jpg" alt="Wonder woman - Art by Cakes - color by Carlos Rocha " width="229" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Wonder woman - Art by Cakes - color by Carlos Rocha </p></div>
<p>Alguns meses atrás, comecei a estudar maneiras de como colorir uma história em quadrinhos. O caminho é longo e cheio de bifurcações, muito parecido com o conto do argentino Jorge Luis Borges &#8211; <em>&#8220;O jardim das veredas que se bifurcam&#8221;</em> &#8211; Não apenas por existirem inúmeras  possibilidade de utilizar uma ou diversas ferramentas disponíveis no mercado, e sim, muito pelo seu processo que é um tanto labiríntico.Tarefa que no início parece simples, a de colorir, vai revelando-se trabalhoso e lento.</p>
<p>Para meus primeiros estudos escolhi uma <a title="Art by Cakes" href="http://cakes.deviantart.com/art/wonder-woman-48359033">ilustração</a>, que julguei &#8220;simples&#8221; &#8211; deixa eu explicar; Linhas bem definidas, grandes áreas a serem colorizadas, e ausência de cenários (o que poderia causar certo desânimo por conta dos detalhes). Feita a escolha, segui algumas dicas passadas pelo artista <a href="http://klebs.com.br/estudio/frank.htm">Frank Martins Jr</a>. , defini os pontos de luzes com a ferramenta de dégradé,  depois disso foi hora de definir as massas de sombras, apesar do caso dessa ilustração não ter grandes áreas escuras, os valores tonais das sobras deviam ser levados em conta para ajudar na profundidade de cena. Passada essa fase, apliquei o balanceamento nas cores, definindo volumes, aplicando contraluz.</p>
<p>Durante esse processo, foi possível perceber uma enorme gama de possibilidades que podem ser aplicadas à ilustração, isto em um primeiro momento é empolgante, mas acaba deixando o trabalho cada vez mas lento, no meio deste entusiasmo acabei por experimentando outras possibilidades de combinação de cores, de fundo de ambientação. Tudo isso mostra todo o potencial que uma história em quadrinhos pode vir a ter. O colorista faz de certa forma o papel de um diretor de fotografia em uma produção cinematográfica, medindo luz, adequando o ambiente á história que esta sendo contada. Mas quando vamos colorir uma ilustração , o importante é manter o foco no assunto, e deixar as elucubrações artísticas para projetos pessoais.</p>
<p>Depois dessa ilustração produzi mais algumas, o processo de colorização, tornou-se cada vez mais ágil à medida que fui cruzando novos caminhos na colorização. Assim como no conto, o processo de colorização é cheio de variáveis e todas são transparentes , isso traz uma percepção aumentada da própria ilustração.</p>
<p>Essa percepção talvez não fique presente no produto final, nem para o público que vê a ilustração, mas para quem percorre o caminho, aprende a transitar pelas possibilidades, enriquecendo a narrativa sem perder o prazo.</p>
<p>Inté macacada!!!</p>
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