Já faz alguntem que não consigo fazer desenhos durante minhas viagens de metro diárias. E hj finalmente consegui … É bem simples, mas ta ai para manter a prática e o hábito.

Já faz alguntem que não consigo fazer desenhos durante minhas viagens de metro diárias. E hj finalmente consegui … É bem simples, mas ta ai para manter a prática e o hábito.

Na língua portuguesa a palavra é feminina, o modo como a técnica é manipulada exige delicadeza, sensibilidade. È assim que penso a aquarela, provavelmente muitos não concordam, mas a pouca experiência que tenho com a técnica me faz pensar assim.
Conheço diversos ilustradores, desenhistas e artistas plásticos que gostam da técnica, mas não alcançam um resultado que se destaquem (me incluo entre eles), bons trabalhos são aqueles que têm esta alma feminina.
Estou sempre experimentando a aquarela, no geral os resultados são bem grosseiros – não gosto muito das minhas aquarelas – parecem sempre uma cópia malfeita de algum outro trabalho, mesmo em casos como os dos desenhos que ilustram o texto. Sempre que busco atingir um resultado mais suave, mas as cores ficam marcadas demais ou com volumes fora de lugar.
Treino, esta é a minha conclusão, claro que há uma evolução notável quando coloco meus trabalhos lado a lado. Porem esta evolução ainda não é suficiente, e o treino se faz necessário.
Estas meninas foram desenhadas e aquareladas no meu sketchbook. O espaço do sketchbook é ótimo para este tipo de aprendizado, já que nele você parte do principio que o erro acaba sendo incorporado pelo trabalho e na aquarela não é diferente. Quando produzimos uma aquarela é comum errarmos, e ao contrario que os iniciantes pensam errar é o melhor aprendizado.
Se um dia eu puder dar um conselho á alguém, será; “Erre ao Maximo!”
Abraço, Carlos!
Uma das coisas mais bacanas do processo de aprendizagem é a percepção que adquirimos da nossa evolução. Seja qual for à atividade que exercemos sempre há, em algum grau, alguma espécie de evolução.
Sempre que posso, gosto de comparar desenhos que fiz no passado como os que estão sendo produzindo atualmente. Recentemente, enquanto o Obama esteve no Brasil fiz um desenho dele no meu sketchbook, nada de mais. Ontem enquanto olhava uns desenhos antigos achei outro que havia feito em 2009. Olhando os dois percebi que houve uma grande evolução no meu traço, na maneira como eu penso o desenho 2 ou 3 anos podem parecer pouco tempo para se perceber grandes mudanças, mas com as poucas que vi, já fico satisfeito!
Eis os desenhos em questão em tirem suas próprias conclusões;
| Versão 2009: | Versão 2011: | |
![]() |
![]() |
|
| Obrigado pela visita,
Sinta-se a vontade para comentar! |
||
Adoro meu molesquine! Com ele sou livre para desenhar o que quero do jeito que quero quando quero. Para alguns fazer um sketchbook é quase uma profissão, para outros, distração, para mim é meditação.
Enquantoi desenho nele, penso reflito, analiso cada traço. Diferente de quando estou fazendo ilustrações profissionalmente, em que tenho que seguir um conceito, uma idéia pré-estabelecida por alguem. no meu moleskine sou eu, minha mão e os caminhos que o lápis; lapiseira ;caneta ou seja lá o que for me levam.
Eis alguns registros destes momentos;